Meu primeiro Universo Paralello

Aqui eu fiz uma lista do que levar para um festival!

Já era pra eu ter feito um texto contando como foi a minha viagem pro Universo Paralello. Fiz mil mini-vídeos mostrando cada cantinho de lá só pra depois conseguir mostrar a todos como foi essa viagem mucho crazy e vamos lá… (não vou postar os vídeos porque eu só fui ver depois que ficaram uma bosta. Não tinha paciência pra tirar tanta foto e fazer tanto vídeo, só queria estar lá e curtir lá) – por isso roubei umas fotos de uma página do Facebook – Toca do Gnomo.

Eu sempre via vídeos desses festivais e morria de vontade de ir, assisti ao filme Paraísos Artificiais e fiquei tipo “nossa, preciso ir nisso”. Sabia que não era exatamente como no filme mãããs sabia que chegava perto do que eu vi, que seria uma puta experiência.

Gastos pro Universo Paralello

Quando começou a vender eu já logo comprei o meu e o do meu namorado, Bruno. Não queria nem saber se ia ter algo importante depois, se eu ia ter como ir, só sabia que ia. O festival seria no ano novo e eu comprei em Março, primeiro lote, mais barato e tals. Partiu.

Até dei uma olhada em passagem de avião um tempo antes, mas o mínimo que eu achava era 700 reais de ida e volta, sendo que ainda precisaria pegar um ônibus de Salvador até o festival. Fiquei enrolando na esperança dos meus pais me deixarem ir de carro, mas como trabalhava na época, iam ser muitos dias a mais de viagem, porque eu precisaria parar no caminho pra dormir e tal… Não ia rolar.

Em Agosto vi um translado de ônibus de SP até o festival por 500 reais ida e volta. Pá, comprei. Já elvis, partiu Bahia de ônibus mesmo. Já viajei tanto de carro que ia ser moleza. Sweet Illusion.

Novembro foi chegando, Dezembro… Precisava começar a arrumar tudo, comprar o que faltava, etc. Já tinha uma barraca daquelas que se monta sozinha pra três pessoas. Mas imagina um calor de 40 graus, duas pessoas e mais as malas pros oito, nove dias de festival em uma barraca pra três pessoas. Não ia rolar. Comprei uma de montar pra quatro pessoas, com certeza seria melhor ou menos pior.

Entrei em todos os grupos do UP no Facebook, sites, dicas pra  não deixar faltar nada. Quando se trata dessas viagens eu sou muito organizada, deixo tudo pronto, faço listas, queria que tudo corresse 200% bem. Só o festival em si já seria perrengue, se eu deixasse faltar muita coisa, seria sofrimento.

Comprei aquelas mochilas gigantes de colocar nas costas, colchão, levei lona, lanterna, tudo. E no dia 26 de Dezembro umas 10 da manhã o ônibus saiu da Barra Funda. Chegamos no festival no dia 27 mais ou menos umas 4 e pouco da tarde. Umas 30 horas de viagem, que maravilha. Já estávamos cansados, sujos, loucos por um banho, mas chegamos animados e vimos uma fila quilométrica, até pensei em furar fila, mas não. (O Bruno e o pessoal não deixou) rsrs

Chegando no Universo Paralello

Enfim, lá se foram mais 6 horas de fila, esperando, na poeira, no escuro, com mil malas e sacolas nas costas, só movendo pra lá e pra cá conforme a fila andava. Quando entramos, eu só queria achar um lugar ok, montar a barraca, tomar banho e dormir em um colchão decente. Andamos com aquele peso todo nas costas por uns 3km e eu achei um lugar que pra mim era perfeito – embaixo de uma puta árvore, perto da praça de alimentação e com vizinhos que pareciam gente fina (era o staff do evento). Mas não, o Bruno, a dona Giulia e o senhor Juan achavam que poderíamos achar um lugar melhor. Eu falei nem fo-den-do, podem ir andando que daqui eu não saio – sério, minhas costas doía horrores, eu não aguentava mais. Sentei no chão e já fui montando a barraca. Sério, pensa numa pessoa MORTA, suja e cansada. Dali uns 15min chega os três falando que realmente ali era o melhor lugar – CHUPA KIRIDOS!

Beleza, ali ficamos. Vamos tomar banho? O banho era água do mangue, em uma área cheia de chuveiros open de pelados, FOI MARAVILHOSO! Depois de todo aquele tempo esperando de lugar em lugar, tanta areia e poeira E MUITO SUOR, aquele banho, mesmo fedido, foi maravilhoso. (ok, não era tãooo fedido, mas era).

Ah, enquanto arrumávamos a barraca ouvimos um som bem alto – “acho que eles estavam testando o som de alguma das pistas.” – pensei – sendo que um dos quesitos que tínhamos pensado para arrumar o lugar da barraca era em algum lugar longe de todas as pistas).

Bruno: Nossa, será que vai ser assim todo dia?

Eu: Puta, será? Bom, vamos estar mortos todos os dias e daqui eu não saio. – estava preocupada sim, mas a vontade de dormir era maior. Cegueira de sono, conhecem?

Conhecendo o festival

No dia seguinte descobrimos que o som sendo testado era da pista UP Club e mais tarde descobrimos que não só estávamos do lado desta, mas de nada mais nada menos que do Main Stage, trance all day all night. Eram duas pistas do nosso lado, dois estilos de eletrônico todo santo dia, toda santa hora de nove dias de festival martelando pesadão na nossa cabeça. Mas sabe o pior? Realmente não fez a menor diferença pra gente.

Dormimos lá pelas 11 e meia da noite. 7 horas da manhã: acordamos. Que calor! Jesus! Já preparei meu café da manhã (que foi o mesmo todos os dias). Receita: abrir uma lata de atum e dividir o atum em 6 bisnaguinhas. Três pra cada. Proteína e carboidratos: check!

Bom, vamos conhecer o festival? A real é que no primeiro dia não conhecemos cada canto dele ainda, ficamos muito na praia e em um dos espaços que era o único ~da paz~. O famoso Circulou – era yoga, mantras, circo, capoeira, rezas, todo tipo de ativação tranquila, de boa, suave, delícia demais. O primeiro dia foi isso, a base de Circulou, praia e comer. Inclusive, acho que foi nessa primeira noite: teve um festival de cinema ao ar livre com filmes independentes, foi a-ni-mal. Juro. Tinham só umas 20 pessoas assistindo, umas iam, umas vinham mas eu e o Bruno não saímos de lá até acabar.

12715389_10153234246370672_6560387070541679519_n
Nóis na good o dia todo

Fomos almoçar fora, na cidade, só no segundo dia. Como ir pra cidade? Andar 917363 km (zuera, eram uns 3, 4 mais ou menos) até a entrada do evento e pegar um pau de arara até a cidade. (Pagamos 50 reais por uma pulseira que dava direito a usar esse pau de arara quando quiséssemos). Mas pensa andar tudo isso com o pé na areia escaldante e num sol que parecia que você estava a centímetros dele – isso mesmo, osso.

12745444_10153234240265672_4339801056592865766_n
pau de arara

Alimentação no UP

Dentro do evento era tudo muito caro, comida e bebida. A água era 4 fucking reais por 500ml. Sabe como eu e ele resolvemos economizar? Ideia de gênio. Fomos novamente pra cidade, acho que no segundo dia e compramos dois engradados, cada um com seis garrafas de 1,5L. Ao invés de comprar um engradado e levar até a barraca e só no outro dia comprar outro, decidimos que esse era o melhor a se fazer: comprar dois de uma vez e cada um levar esses trezentos quilos até a barraca. Afinal, nem precisaríamos voltar andando aqueles 3, 4km embaixo de um sol insuportável, né? Juro, a gente não sabia se ria ou chorava no caminho. Segurava o engradado na mão, na cabeça, do lado, na frente, atrás. Foi um sofrimento, mas economizamos pra porra. O que iríamos pagar 4 reais em 500ml, pagamos 20 reais em 9 litros. A gente bebia essa água de manhã, porque de dia dentro da barraca ficava intragável, muito quente. Quando acordávamos a água estava com uma temperatura bebível e a gente levava pra praia.

Todo dia tomávamos nosso café da manhã de bisnaguinha com atum, almoçávamos na cidade ou na vila dos pescadores, que era na praia mesmo, depois do final do festival (ou seja, mais distância), da nossa barraca deviam ser uns 3, 4km também. Mas pela praia era mais gostoso de andar do que pela rua paralela até a entrada do festival.

Essa vila dos pescadores era na areia da praia, onde batia vento o tempo todo, tinha sombra e comida boa e barata. A gente passava umas 3 horas do dia naquela vila, comendo e descansando.

12715232_10153234242570672_1046582932502445629_n

10357182_10153234245870672_1924897430871310616_n

12744284_10153234245725672_6201361428653856470_n

As pistas do UP

Todo dia passávamos um tempo no Circulou, era muito amor naquele lugar, sério gente. Eu achava que ia ficar o dia fritando nas pistas, mas não tinha condições, mesmo. Pelo menos pra gente, que estava numa vibe diferente, mais curtindo toda a energia daquele lugar do que pulando pelas pistas o tempo todo.

12410584_920347881367952_622754363590937274_n12552848_920352921367448_5233824824204071153_n

Eram seis pistas ao todo, eu não sei exatamente o nome do ritmo musical que tocava em cada uma mas enfim:

Tortuga (tocava tipo um trap, bass sei lá)

12717337_10153234241765672_643830906150558287_n12715649_10153234242250672_988514415347046852_n

UP Club (baladinha top)

12742314_10153234242120672_9159721235197660053_n

Main Stage (Trance e suas variações)

12472663_918324021570338_1459765542508792533_n12509480_919328911469849_8868986984555136536_n

303 Stage (trance pra mais dodjo)

12744529_10153234241495672_7339613398425452810_n

10650062_920338578035549_6421303187515008357_n

Palco Paralello (tiveram shows como Criolo e Emicida, com umas plataformas tipo essa, nosso camarotchi)

10583958_10153234247790672_7499729975422081591_n

Chill Out.

12507494_918317568237650_1292380081325376639_n

12742084_10153234246800672_2265006534417080520_n

Eu sempre dormi direitinho, gosto de dormir 8 horas por noite e queria que lá não fosse diferente, por mais que eu soubesse que não daria pra acordar depois das 7 da manhã em nenhum dos dias. E realmente dormimos isso todos os dias. Quando dava umas dez da noite meus olhos já estavam fechando de tanto cansaço. Ficávamos o dia todo na praia, no sol, andando pra caceta, nadando, dançando… Não tinha como aguentar a noite toda ainda nas pistas. Tinha noite que eu acordava com a música e ficava até ouvindo quando o som estava muito bom, mas eu dormi bem todos os dias. Teve um dia que estávamos tão cansados que dormimos das 8 as 8. Mesmo. Dois tiozões, mas foi necessário. E a maioria das pessoas fazia isso lá, quem não fazia era porque enchia o toba de drogas e ficava zumbi, sério. Ou porque dormia de dia em uma das pistas possíveis de dormir…

Só tiveram dois dias que ficamos durante a noite acordados. Um deles foi o ano novo, que na verdade dormimos das 22:30 até a meia noite (sim, acordamos com os fogos já) e depois das 2:30 às 3:30, porque ainda estávamos cansados. Acordamos zerados e  acabamos ficando direto até a noite seguinte, que foi MA-RA-VI-LHO-SA. Eles deligaram o som do dia 1 pro dia 2 e dormimos no silêncio ❤ Necessitava disso. Mas a noite de ano novo/ manhã do dia 1 foi incrível, melhores DJ’S, mesmo com um calor ridiculamente escroto de quente e insuportável, estávamos no main stage na poeira non stop. Sério, é bizarro, quando dá 5 da manhã você já começa a suar e já precisa passar protetor porque o calor NÃO DÁ MESMO.

12717667_10153234243725672_5598165579946648536_n
Isso é a gente no dia 01/01/2016 descansando na sombra no meio da cidade… Sério, o calor era tanto que ficamos umas 4 horas do dia aí deitados.

Minha experiência

O Festival era completamente diferente do que eu imaginava. O tamanho é realmente bizarro de grande, eu imaginava muito menor e sei lá, diferente. É gente que não acaba mais, tem de tudo mesmo: família, jovens, velhos, gringos, brasileiros, drogados, tranquilos, hippies, DE TUDO. Era lindo ver as crianças na maior vibe com os pais ou simplesmente curtindo uma das intervenções culturais que rolava. Os pequeninos tinham que ficar com aqueles fones que protegem o ouvido, porque a música era realmente alta e o tempo inteirinho.

Eu levei tudo que precisamos, gratidão eterna às pessoas que fizeram listas do que levar no UP, isso me salvou. Mesmo. Coisas tão “bestas” que se eu não tivesse levado ia sofrer. (O Bruno fez questão de esquecer a nossa lanterna no banheiro enquanto cagava e ficamos sem por uns quatro dias, mas sem stress, deu tudo certo). Todo mundo falava pra não levar nada de roupa, só a roupa da ida e da volta e tal e eu não acreditava, achava que iria usar roupa sim. Juro, levei umas quatro blusinhas, cangas e roupas de praia mas não usei NADA. Usei umas 2 sainhas, 1 shorts e as 2 cangas que levei. Passava o dia e a noite de biquíni, com alguma coisa embaixo no máximo e o mesmo chinelo todos os dias, dormia de calcinha quase todo dia… Realmente não usei nada. O Bruno até usava as camisetas dele porque ele é ridiculamente branco e pra se proteger do sol ficava de camiseta. Eu achava loucura porque o calor era insuportável, mas ele queria, né. A gente usou muito protetor, não ficamos queimados nenhum dia, foi ótimo, só ficamos pretins grazadeus.

O banho no Universo Paralello

Vamos falar novamente do banho. Eram “boxes abertos” sem porta, em uma área unissex, um chuveiro que trazia água diretamente do mangue, por isso a água era meio marrom e dependendo da hora do dia tinha um cheiro muito mais forte que no resto do dia, porque ela ia acabando e vinha com mais terra, né. Acho que tiveram umas duas situações que eu tomei banho quase que respirando com a boca de tão ruim que estava o cheiro. Mas juro que mesmo assim era um banho dos deuses depois de horas e horas de sol, suor, areia, poeira e sal. Eu odeio não tomar banho pelada, não sinto que fica tudo limpinho. No primeiro dia o senhor Bruno até encanou com isso, mas depois ele desencanou também e os dois tomavam banho pelados no meio de todo mundo, era o jeito. E lá o pessoal não liga pra isso, mesmo. Você vê gente andando pelada o tempo todo, pela praia, pelo festival, ser natural é ser mais feliz, a gente devia andar pelado em dias quentes como hoje, seloko.

O banheiro era um buraco fundo no chão com privadas em cima e cabines. No começo estava OK, mas depois ficou um fedor ridiculamente nojento. Afinal, ERA UM BURACO! A bosta ia só acumulando e nóis cagando em cima. Teve um dia que deu um piriri e eu fui no mato mesmo, sem condições de ir naquele banheiro. Até era limpo na maior parte do tempo pelas pessoas que trabalhavam no festival, o foda mesmo era o cheiro.

Aliás, questão limpeza: A gente estava o tempo todo na areia, né, na poeira e tal. Quase todo dia eu acordava com muita remela e acabava limpando o olho com a mão… no dia 31 de dezembro, bem no dia do ano novo eu senti remela o dia todo no olho, coçando, estava bem ruim. No meio da tarde meu olho começou a inchar e não parava um minuto de criar remela. Fui no posto médico, ele falou pra eu ficar passando colírio e que se não melhorasse, eu deveria voltar lá. Fomos pro Chill Out ver o Rica Amaral, ficamos umas duas horas lá, meu olho ficou gigantesco, saiu até sangue 😦 Corremos de novo pro posto médico, me deram antibiótico na veia e mais um outro colírio mais forte pra passar de duas em duas horas. Tadinha de mim, fiquei muito triste que aquilo estava acontecendo bem na noite de ano novo. Mas fiquei passando direitinho, limpando com soro e no final da noite já estava MUITO melhor, gratidão eterna ao médico, até voltei lá no dia seguinte pra agradecer, eles fizeram milagre. Achei que ia ficar com aquela conjuntivite pra sempre e teria que voltar pra SP. Mas melhorou! Uhul!

Bom, moral da história: não cocem o olho quando estiverem com as mãos sujas, sério.

Comida: Lá tem de tudo, mesmo. Comemos hambúrguer, camarão, arroz e feijão, macarrão, brigadeiro, bolo, pizza vegetariana (que era delícia demais), de tudo. Isso dentro do festival, né. O único problema é o preço mesmo, que é bem mais caro que na vila dos pescadores, por exemplo. Não levamos muuuuita comida porque tudo na barraca estraga né. Só as latas de atum, bisnaguinha e umas bolachas pra comermos à tarde ou à noite, quando não estivéssemos com tanta fome que precisássemos jantar comida. Mas deu tudo certo.

Enfim, o Festival é muito diferente do que as pessoas imaginam. Para alguns é fritação o tempo todo, drogas e doideiras, mas pra gente foi paz, praia e diferentes experiências… Sério. E eu gostei muito mais desse jeito… Óbvio que quando eu estava dançando e curtindo as pistas eu amava, mas a maior parte do tempo foi curtindo a vibe do local, das pessoas, conhecendo coisas novas… Realmente foi incrível.

Admito que nos últimos 3 dias eu queria a minha casa mais que tudo, um ar condicionado, uma cama, um banho… Aí chegou o dia de ir embora, pegar o ônibus. Entramos e o ar condicionado estava ligado – aaaaaaahhhh – sério, que delícia! Gostamos tanto do ar, de estar em um banco estofado e reclinável usando cobertor que o motorista fez questão de quebrar o ônibus (na real que eram 2 ônibus da companhia e como um quebrou, o nosso teve que esperá-lo até consertar). A volta demorou 44 horas ao todo, chegamos em SP depois de 2 dias dentro do ônibus praticamente. Mas foi engraçado, o pessoal do ônibus era só a galera do festival, todo mundo na mesma vibe.

Mas, como imaginado, depois que cheguei em casa e passou uma semana eu já queria voltar, já senti saudades. É bizarro que as pessoas falavam que dava muita saudade e DÁ MESMO. Eu sinto muita, queria muito voltar. Daqui a dois anos eu vou de novo sem dúvida alguma. Fui pro Mundo de Oz nesse último feriado e foi incrível também, depois conto direitinho 😉

É  isso, essa foi a minha experiência no Universo Paralello, uma das viagens mais incríveis que eu já fiz, regada de amor, paz e sol ❤ Indico pra qualquer um e se precisar de dicas, é só falar!

Peace out, bro!

meu primeiro universo paralello na bahia


3 comentários sobre “Meu primeiro Universo Paralello

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s