Eu sabia o que era aquilo.

Desde que senti a boca, o toque, eu sabia o que era aquilo.

Aquilo que me fazia sorrir a toa sem nem conhecer direito, que me fazia dormir mais tarde, com a cabeça longe e trocando palavras pelo celular, com um sorriso de canto.

Eu, que sempre dormi cedo, que controlava meu tempo, passei a não ligar mais pras horas.

Minhas mãos geladas nas quentes dele, lábios que não sabiam mais o que era viver separados, olhos que diziam mais do que eu poderia tentar expressar com palavras.

Tão pouco tempo, mas as palavras já queriam sair da minha boca…

Tão pouco tempo, mas já enxergava um futuro…

E no passado, parece que eu já sabia que isso aconteceria. Como poderia não acontecer?

Ao mesmo tempo em que eu me sinto mais leve do que jamais me senti, a cada segundo eu me sinto mais intensa, em mim, dentro e fora.

Intensa no meu ser, no sentimento, na leveza.

Quero ser com ele o que ele é comigo e, juntos, nós.

Poderia dizer que é assim, simples. Mas nada foi simples, nem mesmo cair no sono lado a lado.

Aqui dentro parece um furacão, querendo passar por todo o meu corpo, levando tudo, só deixando o que eu tenho de mais bonito.

Que é o que ele me desperta, desde aquele primeiro dia.

Aquilo era amor.

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